10 Julho 2006




Deitei-me na cama , o olhar na porta do quarto à tua espera.
Entraste nu, esse caralho que tanto me apetece já duro.
_Queres?_perguntas-me.
Sabes que quero, cabrão! Brincas comigo porque sabes o quanto quero...
_ Se queres ajoelha, vá.
Abocanho-te o pau, brinco com ele, cuspo-lhe e lambo.
Olhas-me de cima para baixo, gostas de me ver aos teus pés.
Mordo-to devagar, com dentadas pequeninas.
Lambo-te as bolas e meto-as na boca enquanto de massajo o pau.
_ Vou-me vir na tua boca, cabra_ dizes tu a arfar.
E inundas-me a garganta com jactos de esperma que bebo com prazer.
Mas guardo um bocadinho na boca e dou-to a provar, língua com língua, enquanto me fazes vir com a mão.

06 Julho 2006


Hoje estava a passear com o meu namorado quando vi a palavra mágica: " Promoções"!
Arrastei-o pela mão e 10 minutos depois estava ele dentro da loja com um ar de enfado que só visto, e eu com o braço cheio de roupa gira para experimentar.
Achei que podia tornar a coisa mais divertida para ele e perguntei se não queria ver-me a experimentar a roupa. Ele sorriu de imediato e veio comigo para o gabinete.
A loja estava cheia de gente, mas isso não o impediu de me subir a saia e meter a mão nas cuecas assim que fechei a cortina. Fiquei cada vez mais molhada, à medida que os seus dedos experientes me tocavam. Entretanto, fui desapertando as calças dele e segurei nas mãos aquele caralho grosso, já teso, que me deixa tão louca.
Tirei a blusa e rocei os mamilos, erectos , na t-shirt dele e senti-o arfar quando os meteu na boca.
Nos gabinetes ao lado, um rodopio de gente entrava e saía sem dar pelo clima escaldante que se tinha criado.
Tirou a mão da minha rata e lambeu os dedos, um a um. Deixou um para mim, sabe que gosto de me provar, e meteu-me a língua na boca ao mesmo tempo.
Depois disse: " Chupa antes aqui...", enquanto me empurrava para baixo e punha de joelhos.
Como eu gosto de lamber e chupar aquele pau!!!
Fi-lo com gosto, abocanhando-o até ao fundo e mantendo-o assim enquanto o sugava.
Chupei-o até ele quase se vir, altura em que ele me segurou ao golo e me enterrou o caralho, segurando-me em peso. O gabinete era minúsculo, não podia ser de outra maneira.
Segurou-me enquanto eu o cavalgava, louca de desejo e cada vez mais perto do clímax.
Viemo-nos entre suspiros e gemidos baixos.
Ah, e comprei umas calças!

02 Julho 2006


Ontem vi o jogo de Portugal com o meu namorado em casa de uns amigos. Estávamos todos nervosos e, à medida que o tempo ia passando, o stress ia tomando conta de mim. E, quando fico assim, só há uma maneira de aliviar o stress: sexo, claro está, mas o meu namorado é louco por futebol e não estava nem aí, quando lho sugeri ao ouvido.
Zangada, levantei-me e fui vaguear pela casa, à espera que o jogo acabasse. Um dos nossos amigos vinha a sair da casa de banho, ainda a fechar as calças e atrapalhou-se quando me viu, mas depois lá nos rimos da situação. É um belo pedaço, ele... e eu não tirava os olhos do fecho das calças dele onde um grande volume se deixava adivinhar. Percebi que também havia algo que lhe estava a apetecer mais do que ver futebol e, à medida que íamos conversando, abri devagar os botões da minha blusa para que ele pudesse contemplar o meu peito rijo a saltar do soutien. Ele arregalava os olhos, mas fingia que não via nada, o contrangimento de termos os namorados na sala era muito para ele, mas a mim excitava-me bastante. Abri então o botão e o fecho das minhas calças, meti a mão e comecei a tocar-me, sempre a olhá-los nos olhos.

Não aguentou, claro está! A breguilha das calças dele parecia rebentar de tesão e, puxando-me por um braço, fechou-me no escritório dos nossos amigos. Na sala, o entusiasmo com o futebol era grande e não davam pela nossa falta.
Nem sequer tirámos a roupa, não havia tempo, mas puxei-lhe as calças para baixo e fiz-lhe um broche a preceito. Lambi-o dos tomates à ponta do caralho, a língua bem solta para ele ver; mordisquei-o devagarinho e percebi que ele gostava pelos gemidos que soltava até que, depois, o chupei bem fundo, o caralho dele enterrado na minha boca até a garganta, cada vez mais depressa, para cima e para baixo enquanto lhe acariciava os tomates e a base do pénis com as mãos. Ele estava pronto, mas eu também queria...
Pus um pé em cima de uma cadeira , as pernas bem abertas e mandei-o ajoelhar para que me lambesse, o que ele fez de boa vontade. E como lambia!!! Fez-me tilintar o clítoris com a língua enquanto me metia um dedo no cuzinho, coisa que me deixa louca de tesão e depois a língua molhada varreu-me até entrar em mim.
Na sala, gritavam " vamos a penalties!" quando ele se sentou na cadeira e eu me sentei ao colo dele de frente, montando-o bem fundo e metendo-lhe a cabeça no meio das minhas mamas.
Cavalguei-o enquanto ele me mordia os mamilos e os chupava. Aquele caralho bom escorregava dentro da minha cona molhada de desejo e ele dizia baixinnho " fode mais depressa...isso..." e eu, cada vez mais depressa, subia até ele quase sair de mim, para logo depois o enfiar todo cá dentro. Aproveitámos os gritos da sala para nos virmos ao mesmo tempo e vestimo-nos à pressa.
Ainda sentia o esperma dele a escorrer no meu reguinho e já estava a entrar na sala, agora muito mais sorridente...
Viva Portugal, pois ;-)

30 Junho 2006

Chego a casa cansada.
Deito-me em cima da cama e adormeço.
Quando chegas, olhas-me, o peito sobe e desce a compasso, as pernas entreabertas parece que te convidam...
Sobes-me a saia devagar, para que não acorde. Sabes que não uso roupa interior, que gosto de sentir o roçar das coxas, dos lábios vaginais enquanto ando.
São esses lábios que tocas com os teus dedos, que beijas devagar, que lambes suavemente. Gemo baixinho e mexo-me, abrindo mais as pernas. Mergulhas então a tua língua funda em mim e eu começo a ondular de prazer.
Páras.
Abres-me a camisa, botão a botão e olhas-me o peito sem soutien dentro dela.
Os mamilos estão tensos, duros, como tu gostas. Beijas-me então o peito, o pescoço, a boca e eu começo a agitar-me, a acordar. Silencias-me com a tua língua na minha boca e vens para cima de mim. Sinto o teu pau a querer furar as calças e ajudo-o a sair. Enterro-te em mim, levantando as pernas para que entres melhor. Quero-te todo cá dentro, enrosco as pernas nas tuas costas.
Prendes-me os braços por cima da cabeça.
Desta vez és só tu que fodes, marcas o ritmo e não me deixas mexer.
Esta sensação de fragilidade enlouquece-me e tu sabes disso. Gosto da tua força, da tua pujança e tu fodes-me à bruta. Sentes-me a tremer, sabes que estou quase a vir-me e esperas por mim. Explodimos ao mesmo tempo. Eu grito, não consigo evitar.
Depois sais de mim e dás-me o caralho ainda teso a lamber... é bom...
Deitas-te então ao meu lado e adormecemos, desta vez os dois.

28 Junho 2006


_Olha, vou tomar um duche...
Tirei a roupa , peça a peça, olhando-me ao espelho. Pressenti o teu olhar pela fresta da porta e acariciei-me para que visses.
Entrei no banho já quente e as gotas de água saltaram-me no peito, na cara, no cabelo.
Vieste ter comigo e eu ri-me, deixando que me lambesses a pele molhada enquanto te acariciava o pénis.
Dobrei-me e entalei-to no rabo, sei que o gostas de ver a subir e a descer no rego enquanto enches as mãos nas minhas mamas e me beliscas os mamilos.
Encostei-te à parece e ajoelhei-me, lambi-te o caralho já bem duro, bebi a água que escorria nele. Mordi-te até me bateres ( Pára, cabra,que me magoas), para depois te pôr de castigo virado para a parece e te lamber o cu. Sim, sei que gostas...
Dobraste-me para a frente e fodeste-me por trás, a minha cona molhada a fazer com o que o teu pau escorregasse bem cá dentro.
Soft version
Sabes que gosto quando me arrancas a roupa, ávido de desejo, respiração arfante de quem quer o meu corpo depressa? O teu olhar guloso provoca-me arrepios, abandono-me às tuas mãos.
Sou escrava, serva, submissa à tua vontade. Realizo as tuas fantasias mais secretas que são as minhas também e, juntos, imolamo-nos no altar do prazer.

Hard version
Rasga-me a roupa!
Quero sentir a tua boca quente nos mamilos rijos, chupa-os com força enquanto te roças em mim.
Senta-me no teu colo e entala-te na minha cona húmida, vou foder-te como se não houvesse amanhã.
Esfrega-te, vá… Entala-me o caralho no cu e bate-me enquanto me fodes por trás. Faz-me gritar, cabrão!
Vem-te depois na minha boca e obriga-me a engolir o teu gozo enquanto te ris na minha cara.