
Chego a casa cansada.
Deito-me em cima da cama e adormeço.
Quando chegas, olhas-me, o peito sobe e desce a compasso, as pernas entreabertas parece que te convidam...
Sobes-me a saia devagar, para que não acorde. Sabes que não uso roupa interior, que gosto de sentir o roçar das coxas, dos lábios vaginais enquanto ando.
São esses lábios que tocas com os teus dedos, que beijas devagar, que lambes suavemente. Gemo baixinho e mexo-me, abrindo mais as pernas. Mergulhas então a tua língua funda em mim e eu começo a ondular de prazer.
Páras.
Abres-me a camisa, botão a botão e olhas-me o peito sem soutien dentro dela.
Os mamilos estão tensos, duros, como tu gostas. Beijas-me então o peito, o pescoço, a boca e eu começo a agitar-me, a acordar. Silencias-me com a tua língua na minha boca e vens para cima de mim. Sinto o teu pau a querer furar as calças e ajudo-o a sair. Enterro-te em mim, levantando as pernas para que entres melhor. Quero-te todo cá dentro, enrosco as pernas nas tuas costas.
Prendes-me os braços por cima da cabeça.
Desta vez és só tu que fodes, marcas o ritmo e não me deixas mexer.
Esta sensação de fragilidade enlouquece-me e tu sabes disso. Gosto da tua força, da tua pujança e tu fodes-me à bruta. Sentes-me a tremer, sabes que estou quase a vir-me e esperas por mim. Explodimos ao mesmo tempo. Eu grito, não consigo evitar.
Depois sais de mim e dás-me o caralho ainda teso a lamber... é bom...
Deitas-te então ao meu lado e adormecemos, desta vez os dois.